Mostrando postagens com marcador artistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artistas. Mostrar todas as postagens

29 de julho de 2011

Salvador Dalí artista genial

Salvador Dalí, nascido em  11 de maio de 1904, foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O seu trabalho chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos mestres do Renascimento e sua obra mais conhecida, A Persistência da Memória, foi concluído em 1931.
Salvador Dalí teve também trabalhos artísticos no cinema, escultura, e fotografia. Ele colaborou com a Walt Disney no curta de animação Destino, que foi lançado postumamente em 2003 e, ao lado de Alfred Hitchcock, no filme Spellbound. Também foi autor de poemas dentro da mesma linha surrealista.
Dalí insistiu em sua "linhagem árabe", alegando que os seus antepassados eram descendentes de mouros que ocuparam o sul da Espanha por quase 800 anos (711 a 1492), e atribui a isso o seu amor de tudo o que é excessivo e dourado, sua paixão pelo luxo e seu amor oriental por roupas. Tinha uma reconhecida tendência a atitudes e realizações extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte. Ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, já que sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho artístico.

Dalí fotografado por Roger Higgins em 1968

Salvador Dali em 1972

Teatro-Museu Dalí


Salvador Dalí e sua genialidade:







Link para essa postagem


10 de maio de 2011

Matrizes de linóleo - Introdução

O linóleo é um material cujo invento foi patenteado na Inglaterra em 1860 por Frederick Walton. Esse material era indicado para forração (piso). Ele é feito a partir da combinação de óleo de linhaça, serragem de madeira, cortiça, resinas naturais e pigmentos.
Alguns artistas passaram a utilizar esse material da mesma forma que se utiliza a madeira para xilogravura. As ferramentas para o entalhe são as mesmas utilizadas para a madeira. A diferença está na impressão, pois enquanto que a matriz de madeira deixa aparecer os veios na impressão, com o linóleo obtém-se áreas chapadas.
A técnica da impressão com linóleo é muito semelhante à da xilogravura. Consiste em entalhar o desenho numa placa de linóleo, que depois servirá de matriz para a imprimir em papel ou tecido.
O linóleo tem uma grande vantagem sobre a madeira: por ser mais macio, não tem as mesmas dificuldades que a madeira oferece para entalhar.
Embora seja fácil esculpir em linóleo, convém escolher desenhos simples, que tenham traços bem nítidos e esquemáticos, pelo menos no início.
Algumas belas gravuras em linóleo:

Artista: Samuel Casal / “6Dedos”

Artista: Marlene Crespo / Guerreiros

Linóleo - Picasso

Linóleo - Picasso
Fonte:
Boa Ideia - Tintas e Corantes / Círculo do Livro


Link para essa postagem


6 de fevereiro de 2011

Escher: artista ilusionista

Escher foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons, que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com impressionantes efeitos de ilusões de óptica.
Foi numa visita à Alhambra, na Espanha, que o artista conheceu e se encantou pelos mosaicos que haviam neste palácio de construção árabe. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. Este foi o ponto de partida para os seus trabalhos mais impressionantes e famosos, que consistiam no preenchimento regular do plano, normalmente utilizando imagens geométricas e não figurativas, como os árabes faziam por causa da sua religião muçulmana, que proíbe tais representações.
A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional.
Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos.




Link para essa postagem


20 de dezembro de 2010

A fluidez do mar

Esta é uma representação do mar na qual, mais uma vez, pode-se notar a visão própria do artista. Não se trata de uma pintura realista, um registro fotográfico da cena escolhida. A autora, Bonny Lhotka, observou de fato as águas do oceano numa praia do Havaí, mas baseou-se principalmente na memória e nos sentimentos pessoais. 
Assim, o quadro resultante capta a fluidez e o movimento efêmero do mar, enfocando o tema de modo bem abrangente, despojado e pouco convencional. A textura da madeira, utilizada como superfície da pintura, é importante para a obtenção dos efeitos desejados.
Maré, Bonny Lhotka (detalhe)
Tinta acrílica sobre madeira
50 x 75 cm
Cortesia Midtown Galleries, Nova Iorque
Importante também é o modo como a autora empregou as tintas acrílicas, aplicadas em porções de diferente intensidade. Ora a tinta é transparente, em aguada, ora adquire opacidade, sobrepondo-se a uma camada de base mais clara. A coloração de áreas transparentes e opacas, umas junto das outras, resultou num tipo de luminosidade e de profundidade de cor que seria impossível obter apenas com o uso de tinta opaca.
Em alguns trechos, camadas de tinta foram removidas para revelar as cores que ficaram por baixo. Em outros pontos, recorreu-se a dois pincéis (um em cada mão): um pincel foi mergulhado na tinta e o outro em álcool, para ir dissolvendo a tinta à medida que o trabalho se desenvolvia. Nessas condições, a tinta se reagrupou ao acaso, formando padrões que lembram bolhas de água.
A grande variedade de azuis e verdes produzidos pelos reflexos da luz na água também foi transposta para a obra, que desse modo consegue evocar não só a forma como a força, o ritmo e o movimento do mar.
A harmonia do trabalho demonstra que a autora, além de revelar domínio do material utilizado, soube transmitir toda a fascinação que o mar pode despertar no observador.
Fonte: Curso de Desenho e Pintura - A arte de ver: paisagens e natureza morta


Link para essa postagem


14 de dezembro de 2010

Uma arte delicada

Pela simplicidade de formas e riqueza de cores, a borboleta sempre foi motivo de inspiração para artistas de todas as tendências.
Veja como a pintora inglesa Bette G. Cooper tratou o tema. A técnica escolhida foi a aquarela, que combina com a delicadeza do modelo. Além disso, eliminou-se qualquer fundo ou cenário que pudesse competir com seu intenso poder de sugestão.

Maior que uma borboleta real, esta criatura mágica parece ultrapassar os limites do papel, reforçando a idéia de liberdade.
Dentro da figura ampla e arredondada, a artista empregou uma combinação de cores flamejantes. E os espaços brancos ajudam a definir as formas fortes e ousadas.
Outro detalhe criativo é a limitação (por contornos) de apenas algumas partes da borboleta (as asas superiores, o corpo, as antenas), enquanto as asas inferiores diluem-se, indefinidas. A artista recorreu à técnica de aguada em aquarela para obter a fusão luminosa entre as cores e dar vazão a sua fantasia.
Este resultado brilhante, que se afasta do convencional, só foi possível, evidentemente, depois de longos anos de aprendizado e prática.
Fonte: Curso de Desenho e Pintura - Aquarela: Técnicas Básicas


Link para essa postagem


8 de agosto de 2010

Vicent Van Gogh: mestre da pintura (parte 3)

Luz e cor eram  para Van Gogh o que tinha sido para os artistas góticos, uma forma de revelação divina, e sabia que, colocando certas cores em mútuo contraste, podia obter uma sonoridade quase sobrenatural. Intensificando a cor, ao mesmo tempo que simplificava e caracterizava a traços largos as formas, conseguiu realizar uma expressividade transcendente, sem perder contato com os objetos que pintava. Enquanto outros artistas se afastavam de uma temática específica, em direção a temas abstratos, Van Gogh insistia na singularidade de tudo o que pintava. Seu legado não é, meramente, uma nova intensidade de cor, mas também uma intensidade de expressão, ainda mais engrandecida por sua maneira firmemente controlada de trabalhar e sua humildade diante da natureza.
Fonte: O Mundo da Arte - Enciclopédia das Artes Plásticas em Todos os Tempo (Arte Moderna)
Auto-retrato, 1887
Van Gogh é isso, emoção, sensibilidade, gênio, mestre, artista com estilo diferenciado, dono de traços e pinceladas nunca vistos na história das artes.


Link para essa postagem


26 de julho de 2010

Vicent Van Gogh: mestre da pintura (parte 2)

Van Gogh conhecia a cor mais profundamente e dava-lhe um valor mais elevado do que qualquer outro pintor antes dele. Profetizou o grande papel que a cor desempenharia na arte do futuro. Tudo o que fez tinha sua justificação não em conhecimentos abstratos, mas em sua própria e sensível experiência.
Em Paris ouviu os impressionistas e adotou algo de sua técnica. Mas a plena floração de Van Gogh ocorreu no breve período que passou no sul da França. De fevereiro de 1888 até a sua morte em julho de 1890, em Arles, no Hospital de Saint-Rémy, e (de volta ao norte da França) em Auvers - durante vinte e nove meses, interrompidos pela enfermidade - produziu a grande série de obras que são os Van Goghs.
Fonte: O Mundo da Arte (Enciclopedia das Artes Plásticas em Todos os Tempos) - Arte Moderna

Retrato do Dr. Gachet, 1890

A Igreja de Auvers, 1890


Link para essa postagem


19 de julho de 2010

Vicent Van Gogh: mestre da pintura (parte 1)

Jamais existiu na história da arte um pintor que fosse menos um louco inspirado e mais um especilista como Vicent Van Gogh (1853-90). Exercitou-se exaustivamente nas obras de outros. Sua educação era vasta e as cartas que escreveu formam o maior monumento literário deixado por qualquer pintor. Foi, certamente, um homem apaixonado, mas pela humanidade, não por si mesmo. Seus esforços para servir aos outros tinham sido rejeitados e voltou-se para a pintura por volta de 1880, como o único meio que lhe restava.
A sua hipersensibilidade em relação ao mundo que o cercava aplicava-se também a seu trabalho: aos materiais de sua arte, às tintas e pincéis, às penas de junco, aos elementos pictóricos que tornou caracteristicamente seus, cor e forma unidas em sua aplicação linear de densas camadas de tinta.
Fonte: O Mundo da Arte (Enciclopédia das Artes Plásticas em Todos os Tempos) - Arte Moderna

Terraço do Café em Arles à Noite, 1888

Retrato de Père Tanguy, 1887


Link para essa postagem


10 de outubro de 2009

Bizarrices do Mundo das Artes

No livro Arte Contemporânea – Uma História Concisa, de Michael Archer, há um trecho sobre Performances que vale a pena citar. Ele descreve a performance da artista Marina Abramovic, que quase não resistia a ser submetida aos seus próprios limites. Confira o trecho do autor abaixo:

A sérvia Marina Abramovic (1946- ) levou seu corpo aos seus limites físicos como modo de esvaziá-lo e deixá-lo em prontidão para uma experiência espiritual mais plena. Suas performances solo no íncio dos anos 70, muitas delas chamadas de “Ritmos” devido a um trabalho anterior com instalações de som, requeriam que ela gritasse até ficar completamente rouca, dançasse até cair por esgotamento, fosse surrada por uma máquina de vento até desmaiar, que se flagelasse, que tomasse drogas alteradoras da mente e realizasse outros atos perigosos. Deitando-se no centro de uma fogueira em Ritmos 5 (1974), ela desmaiou por falta de oxigênio e teve que ser resgatada por pessoas da assistência. Na performance “Ritmo” final, Ritmo 0 (1974), ela se colocou em silêncio na galeria Studio Mona em Nápoles ao lado de uma mesa com 72 objetos variados. Os visitantes eram convidados a utilizar os objetos e ela mesma como achassem apropriado. As ações foram interrompidas quando Abramovic, depois de ter toda a sua roupa arrancada, foi forçada a segurar uma pistola, com o cano em sua boca aberta. Era difícil desfrutar de um frisson ou deleite demoníaco diante destes trabalhos, uma vez que os riscos que Abramovic corria com seu próprio corpo colocavam responsabilidades muito pesadas sobre sua audiência. Estas responsabilidades tinham menos a ver com salvá-la dela mesma do que com o ponto maior – relevante para toda a Performance – de que, por mais empenhado que um artista possa estar, tal empenho tem pouco valor, a não ser que encontre igual envolvimento por parte do observador.

Imagem retirada do livro Arte Contemporânea – Uma História Concisa, de Michael Archer.
Não se espante, isso é a mais pura forma de expressão, ou seja, Arte!


Link para essa postagem


Pintores com a Boca

Dia desses recebi uns cartões que surpreenderam-me. São cartões com reproduções de pinturas feitas por artistas que usam a boca e os pés para pintarem. Não existe limite quando o ser humano pretende alcançar um objetivo. Vale a pena conferir o site da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, http://www.apbp.com.br/. A superação é uma constante na vida desses artistas.
Abaixo postei alguns exemplares das obras maravilhosas que os artistas produzem:

Pintor: Elodie Cazes
Obra: "Vista da baía"
Pintor: Keith Jansz
Obra: "Ponte de Londres"
Pintor: Thomas Kahlau
Obra: "Moinho no campo"
Parabéns aos artistas que encantam nossos olhos, corações e alma com suas belíssimas obras.


Link para essa postagem


Pesquisa personalizada
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...